Há um comportamento muito comum no meio umbandista, que é aquele que leva a pessoas ser muito “amiga”, “companheira”, viver de sorrisos, abraços e tapas nos ombros para voê enquanto acredita que pode vampirizar seus conhecimentos e se favorecer de alguma forma. Porém, basta que recebam aquilo que desejava que logo viram as costas para aquele que outrora chamava de “amigo” e passe a falar mal do sujeito.

Infelizmente, eu tenho uma espécie de imã para atrair pessoas deste tipo.

A maioria, Graças à Zamby, não ficam muito tempo ao me lado e logo a máscara cai. Outro, no entanto, conviveram comigo e com a minha família por anos a fio, mas nem mesmo vinte anos podem manter a máscara no lugar.

Este ano, como o Exu Sr. das Sete Encruzilhadas havia previsto, muitas máscaras ao me redor foram caindo, personalidades foram se revelando e constatei que são poucas, pouquissima, as pessoas em quem eu posso, verdadeiramente, confiar.

Um “amigo” que sempre frequentou minha casa, foi chamado de “filho” por minha mãe, depois de vinte e dois anos de convivência mostrou a sua cara. Nunca foi “levantado”, mas se diz “ogã” baseando-se no fato que bate um tambor desafinado e sem nenhum ritmo ou fundamento em um pequeno Terreiro aqui de Belo Horizonte.

Há pouco tempo fomos fazer uma defumação de descarrego na casa de uma pessoa e o sujeito, junto com a sua mulher, nem ao menos sabiam cantar ponto dentro do ritmo.

“Ogã” sem ritmo, sem fundamento, sem iniciação?

Era só o que me faltava mesmo.

Ontem tive notícias que o sujeito, há muito tempo, anda por ai se vangloriando de comandar legiões de anjos, ser “ogã” e de ter conhecimento de cortar trabalhos feitos por Babalorixás de fato e de direito. Diz o sujeito que entra e sai do Salão do Trono de Deus, que já pegou nas mãos de Jesus Cristo e que tem revelações de anjos.

O pior, que pelas compras que andou fazendo em uma “flora” decandente, falida que temos por aqui, parece que está se preparando para uma guerra para a qual não tem o menor preparo iniciático e magístico para encarar. É um aventureiro sem conhecimento, que acha que livros profanos sobre Kabala, Tarot e sobre outros assunto faz de alguém verdadeiramente um magista.

Mais interessante ainda é o pseudo-ogã, com todo o mau caratismo que lhe é peculiar, agora estar fazendo “amizade” (assim, entre aspas, porque este sujeito não é amigo de ninguém, somente dele mesmo…) com quem, outrora, considerava inimigo, ou seja, o dono da tal flora falida aqui em Belo Horizonte. Mas como diz o velho ditado: “dois asnos quando se encontram, se esfregam”. Então, não podia dar noutra coisa mesmo.

Nada mais hilário, porém, do que o sujeito ter afirmado que “fez uma derrubada” contra um determinado Sacerdote, repito, de fato e de direito, e que estava esperando o resultado. Espero, sinceramente, que tal trabalho tenha sido feito contra mim já que assim poderei mostrar ao EMBUSTEIRO que com determinadas coisas não se brinca.

De toda forma, nunca corri de demanda com gente que, apesar de mau caráter, como certos “mestres” por ai, realmente são, devo admitir, conhecedores dos “erós”, imagine se vou me preocupar com “firmezas” feitas por um qualquer que que diz comandar legiões de anjos?

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