E segue-se a luta, senhoras e senhores…

Há dez anos assistimos a luta entre Rubens Saraceni e Rivas Neto. Ano a ano alternam na vantagem dentro do combate, alguns períodos de armistício são visíveis, mas o retorno às hostilidades sempre é impactante.

No seu último pronunciamento, como já registramos aqui, Rivas Neto veio como um rolo compressor para cima de Saraceni e seus seguidores, em especial Alexandre Cumino e Jorge Scritori. O mestre da Vila Alexandrina, ressucitou um inquérito policial aberto em seu desfavor por Saraceni no ano de 2002, onde constaram como testemunhas seus dois discípulos.

Apesar de afirmar várias vezes que não queria fomentar o assunto, que tocava novamente na questão, após tantos anos, para mostrar como é vítima de “perseguição”, Rivas Neto, aquele que prega a “paz mundial”, determinou que seu discípulo Araobatan disponibilizasse para consulta pública peças do extinto processo policial.

A intenção por detrás disto é, claro, desmoralizar Saraceni e seus discípulos mais próximos. Não há lógica alguma de se colocar novamente em discussão um uma ação penal já extinta, que em nada modifica os rumos do trabalho de um ou de outro. A intenção por detrás disto é única e simplesmente a desmoralização pública à Rubens Saraceni, Alexandre Cumino e Jorge Scritori.

Por outro lado, é estranho ouvirmos de Arapiaga que poderia ter processado os envolvidos na denunciação caluniosa e não o fez por achar isto um deserviço à Umbanda e ao mesmo tempo explorar o episódoio ao seu favor em meio às listas de discussões. Afinal de contas, qual a relevância de um problema pessoal (que vai se estender pelo resto das encarnações destes dois) para a comunidade umbandista? No que isto é construtivo para a Umbanda? Qual a conclusão que Arapiaga, Araobatan, João Carneiro, dentre outros asseclas, querem levar os listeiros à chegar?

Esta atitude de Rivas Neto e os seus só comprova o que venho, diariamente, afirmando neste espaço: “paz mundial”, “convivência pacífica”, “tolerância irrestrita”, são palavras jogadas ao vento sem nenhuma conotação prática da parte da OICD/FTU. Quando pregamos algo e nós mesmos não a praticamos, é um caso clássico de HIPOCRISIA.

Antes de pregar aos quatro cantos do mundo estes conceitos, Arapiaga deveria colocá-los em prática, dar o exemplo. Como pode ele pregar sobre “convivência pacífica”, sendo que nunca a teve com Rubens Saraceni? Como falar, hipocritamente, sobre “paz mundial”, se mantem uma verdadeira guerra contra seu desafeto?

Perguntas que, como sabemos, jamais terão respostas.

Anúncios