Este será um artigo curto.

Assisti a video-conferência entre F. Rivas Neto e a Mãe Nazareth Dória, dirigente do Centro de Estudos e Desenvolvimento de Umbanda Iansã e Cacique Tupinambá, que teve transmissão ao vivo para todos através do portal da faculdade.

Nos primeiros cinco minutos acompanhando o “debate” (comecei a assistir na metade da transmissão), Mãe Nazareth diz que Rivas Neto era o “Bezerra de Menezes da Umbanda“, sem falar que o tempo todo manteve uma postura submissa drigindo-se à ele como “Mestre”.

Obviamente – deve estar pensando o leitor – Rivas Neto agradeceu a comparação, mas a rechaçou, assim como pediu à sua interlocutora para dispensar o tratamento formal e dirgir-se à ele como “você” ou “irmão”.

Não foi isto que aconteceu.

Além de ter acolhido muito bem ter sido comparado ao “Kardec brasileiro”, em momento algum Rivas Neto se incomodou com a postura submisssa de Mãe Nazareth, que o incensava a todo momento, derramando-se em elogios e fazendo questão de sempre utilizar o título de “Mestre” ao se dirigir à ele. Aliás, constantemente Rivas Neto esquecia-se do nome de Mãe Nazareth e da instituição que a mesma dirige.

Em resumo, para quem não assistiu, tratou-se de mais uma oportunidade para Rivas Neto aparecer em rede, cometer seus deslizes com a língua portuguesa (concordância, por exemplo, não existe quando ele fala…) e aprimorar o culto à sua personalidade.


::::::::::::::::::::

Imagem: Mataleone

Anúncios