Todos os dias eu agradeço a existência de Rivas Neto, OICD, FTU, e seus seguidores. Sim, porque sem eles a minha vida seria absolutamente sem graça, não teria muito para escrever neste blog e, com certeza, o atual movimento umbandista (e não a Umbanda, vamos deixar claro) não seria tão engraçado.

Os discípulos de Arapiaga, sendo o mais conhecido o meu “amigo do peito” William Carmo de Oliveira, vulgo “Obashanan”, “Yan Kaô” e sabe-se lá mais quantas alcunhas o cidadão usa, capitaneando um bando de puxa-sacos, continuam a dar-me cada vez mais motivos para escrever e expor a hipocrisia dese povo.

Faz algum tempo fiz uma observação no Youtube sobre o vídeo relativo ao rito de louvação à Oxossi. Chamei a atenção para o imenso cocar na cabeça de Rivas Neto, “incorporado” com o “caboclo” Urubatão da Guia (maleme, meu Pai, por citarem Seu Nome em vão…) e o que o poderoso Arapiaga havia escrito sobre adereços.

Na sexta-feira, dia 21/11/2008, “Obashanan” respondeu o seguinte ao meu comentário:

Inveja é uma merda, hein cobra cega?

Em seguida, veio outro puxa-saco, certamente convocado pelo “alabê” e escreveu:

O Ricardo Machado, figura conhecida na net, mostra uma macheza ímpar por detrás do teclado, sempre atacando PELA NET a OICD e Mestre Arhapiagha e, por isso, me pergunto: porque ele não sai detrás do teclado e vai lá na OICD dizer PESSOALMENTE tudo o que diz apenas e tão somente pela net??? O melhor que fazemos é ignorar pessoas assim, pois não é o primeiro e nem será o último machão que só esbraveja detrás do teclado. Agora, licença que tenho mais o que fazer. Fui…

Como podem ver pelo nível dos comentários, eu continuo incomodando e, o melhor de tudo, faço com que os hipócritas de plantão, que vivem nas listas e comunidades virtuais passando-se por tolerantes, pacíficos e tudo mais, não passam de gente belicosa, intolerante com a opinião alheia e avessos, completamente, a qualquer critica. Indo mais além, se juntam, tal e qual lavadeiras de beira-de-rio, para ficarem destilando veneno e atacando seus desafetos.

O que tenho para responder à “Obashanan” e ao tal “Perfornari” é que não frequento qualquer lugar, ainda mais antros de kiumbas, onde se faz matança de dezenas de animais diversos, conforme narrado pelo Sr. Eduardo Parra quando do rito de “Exu” que recentemente tomou lugar na OICD, pois não me misturo. Por isto não vou à OICD para falar nada com Rivas Neto ou seus discípulos.

Por outro lado, já disse aqui dezenas de vez que não tenho medo de feiticeiro, mago, magista, macumbeiro, mestre, pai-de-santo, ou coisa que o valha, muito menos desta turminha da OICD e seus centenas de puxa-sacos. Se este povo tivesse mesmo a “mão de pemba“, já teriam acabado comigo a muito tempo e não ficando por ai esperneando, dando chiliques, por conta de qualquer coisa que eu escreva. Aliás, isto me agrada profundamente já que os poderosos “oicidianos” se preocupam tanto com o que escrevo que se juntam para atacar-me, quer dizer que minhas idéias devem estar fazendo algum estrago em suas pretensões.

Estou incomodando esta turminha… e pelo jeito, incomodando MUITO. =)

De toda forma, quem se sente incomodado é que deve tirar satisfações e tomar as medidas que julgar necessárias. Então, se Rivas Neto e seus seguidores, incluso os dois aqui citados, quiserem vir até à mim (afinal de contas, a distância é a mesma) para tirar satisfações e ouvir o que tenho a dizer pessoalmente, meu endereço e telefones são públicos, estão na lista telefônica e, pasmem, até mesmo no CONUB, já que enviei todos os meus dados pessoais para lá quando entrei na lista de tal conselho.

Portanto, caros “amigos” oicidianos, Rivas Neto incluso, será um prazer falar na cara de vocês o que penso de todo este circo em que transformaram a Umbanda, incluso algumas coisas que chegaram ao meu conhecimento que, por questões legais, não exponho neste blog. Mas estejam certos que tenho muito a dizer, caso queiram ouvir, assim como mostrar algumas interessantes gravações de conversas telefônicas que tive com Arapiaga, Aramaty, sem falar em alguns (muitos) dissidentes da OICD.

Podem estar certos que não me intimido com calúnias, difamações, ameaças veladas ou não (vivo recebendo e-mails anônimos, ameaçando inclusive minha família), trabalhos em cemitérios, e tudo mais vindos seja lá de quem for.

Se fossem tão poderosos, como propagandeiam ser, já teriam me calado há muito tempo coisa que, obviamente, não conseguiram. Aliás, fiquei sabendo de fonte segura, de gente que frequenta o “circulo do poder” que meu nome é “figurinha fácil” nas tronqueiras e encruzilhadas por ai, o que me causa, com certeza, frouxos de risos.

Não tive medo de vocês no passado, não tenho no presente e, muito menos, terei no futuro. Portanto, estão convidados a virem até à mim quando quiserem ouvir o que tenho a dizer cara-a-cara.

Enquanto isto, aqueles que ainda acreditam que este papo de “paz mundial”, “convivência pacífica”, “tolerência”, etc, vindo da OICD, façam suas próprias análises sobre o comportamento dos seguidores de Arapiaga. Assim como nas relações familiares, onde os filhos são o espelho dos pais, os discípulos são apenas, e tão somente, o reflexo do Mestre.

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